
Renato Góes entrou na Fundhas aos 23 anos, em 1996, iniciando suas atividades no antigo projeto Bloco Verde, ligado ao viveiro e à jardinagem, quando a instituição começava suas ações no Parque Industrial. Ao longo dos anos, atuou em diversos projetos – como artesanato, papel reciclado, educação ambiental, artes e ofícios e arte-educação – sempre voltado para áreas socioambientais.
Trabalhou em várias unidades da Fundhas, entre elas Parque da Cidade, Dom Bosco, Dom Pedro, Jardim São José II e Campos de São José.
Também foi gestor por 10 anos, liderando três unidades (Leste, Petrobras/Campos de São José e Dom Pedro), o que ampliou sua visão sobre o impacto da instituição no município e reforçou seu papel de apoiar educadores e garantir o bom funcionamento dos serviços.
Renato destaca que mais da metade de sua vida foi construída dentro da instituição. Desde criança, quando via o antigo Cosemt (Centro de Orientações Sócio-Educativas do Menor Trabalhador, embrião da Fundhas) e sonhava em trabalhar ali, até hoje, atribui à Fundhas grande parte de sua formação humana e profissional. “Eu agradeço muito à instituição por toda a bagagem e pelo suporte que ela me deu, e por todos os profissionais que me ajudaram a ser quem eu sou.”