Fundhas proporciona aprendizado diferenciado

Atividades na Fundhas agradam crianças e adolescentes

Rosi Masiero
Fundhas

Promover saberes e ampliar o repertório do aprendizado oficial escolar sempre foi a premissa nas unidades da Fundhas (Fundação Hélio Augusto de Souza). As atividades oferecidas agradam, pois são utilizadas ferramentas diversas para fomentar a fixação do conhecimento e estimular o estudante a buscar novas descobertas.

Tanto que é perfeitamente possível chegar numa das dez unidades da Fundhas e encontrar crianças e adolescentes desenvolvendo atividades diferentes, sempre com acompanhamento profissional.

Como, por exemplo, nas atividades como meio de aprendizado do jogo Sudoku, de origem suíça, muito disseminado no Japão. Com intuito de trabalhar a capacidade de raciocínio lógico, mobilizar estratégias pessoais na redução e solução de problemas, o quebra-cabeça de números agrada os alunos.

Outra surpresa é encontrar adolescentes construindo uma mão mecânica com materiais simples, como barbante, canudos de plásticos e papelão. Ana Laura, 12 anos, garantiu que construir a mão mecânica foi muito prazeroso. “Gosto muito de artes e para mim esse trabalho está sendo bem legal”.

O objetivo, além de despertar diversas habilidades, faz com que eles descubram os movimentos e articulações do corpo humano, assim como nas aulas de educação ambiental, que promovem vivências sustentáveis na busca da qualidade de vida.

Ações

Na instituição, uma roda de conversa sobre a pandemia da covid-19 se transforma em uma exposição itinerante de pintura. Como a que está acontecendo na unidade sede, onde foi feita uma homenagem aos “super heróis” definidos pelos alunos, que estão no combate da doença.

Para o estudante Miguel Boaventura, de 12 anos, ” é legal pintar, mas o melhor é prestar uma homenagem aos médicos e enfermeiras”, contou empolgado.

A utilização da internet acontece na Fundhas criando vínculos entre turmas de unidades distantes, tal como acontece com a aula de contação de história. Após a sessão, as classes conversam sobre o que ouviram. Como encontrar crianças de outra unidade pesquisando na internet sobre pirâmides no México para construírem, com peças de lego, as suas próprias estruturas.

Encontrar crianças tocando algum instrumento ou aprendendo novos ritmos é algo rotineiro nas unidades. Enquanto a Banda Marcial não volta, as aulas com instrumentos de cordas e percussão continuam na programação. “Sou novo na Fundhas e estou achando super legal tocar violão, nunca pensei que pudesse aprender música”, disse Wallacy Danilo, de 14 anos.

“Gosto muito da Fundhas. Aqui uma aula de interpretação de texto é muita divertida, assim como outras atividades”, avaliou Giovanna Cristina, de 13 anos, enquanto acompanha aula de reforço em Língua Portuguesa. Já a aluna Yasmin Kauane, de 11 anos, contou que a instituição cria vínculos de amizades, “mas pessoalmente melhorei em muito a minha coordenação motora depois que entrei na aula de dança”. 

Todas as atividades estão articuladas na Áreas de Conhecimento da Fundhas que atendem crianças e adolescentes de 6 anos a 14 anos. Elas são divididas em seis eixos curriculares, mais projetos e programas específicos, e visam promover ações socioeducativas estimulando sentimentos, desenvolvimento de habilidades e criatividades, utilizando várias ferramentas de aprendizado.

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