Prata da Casa

FUNDHAS lança projeto que homenageia funcionários
"Prata da Casa"

Reconhecer o que se tem de melhor e dar o exemplo. Este é o principal objetivo do novo projeto da Fundhas (Fundação Hélio Augusto de Souza), o “Prata da Casa”. Vinte e seis funcionários que foram alunos da instituição receberam homenagem no dia 19 de fevereiro, durante evento de lançamento, na sede (Parque Industrial).

Os profissionais receberam um botton com o símbolo do Prata da Casa e foram convidados a visitar as unidades da Fundhas durante o ano trocando experiências e aprendizados sobre suas trajetórias de vida com alunos. A ideia inovadora foi recebida com emoção e gratidão pelos funcionários, que poderão agendar até dois dias por ano para visitarem unidades seguindo uma programação definida pela equipe do projeto.

Aprovação dos profissionais

“A Fundhas representa muito na minha vida, é um bem de São José dos Campos, pois dá opções de futuro para crianças e jovens. Vejo esse projeto como a chance de retribuir um pouco tudo que recebi, a ideia de contato próximo com os alunos é ótima, quero participar”, foi o depoimento animado de Márcio do Carmo Sales, 44 anos.

Márcio conheceu a instituição em 1985 e, desde então, passou por diversos setores e áreas até a unidade Leste, onde trabalha atualmente. Assim como Márcio, o jovem Frankilânio Francisco de Andrade, 27 anos, também passou a adolescência na Fundação, cercado pelos primos e irmãos.

Hoje, trabalhando na equipe de manutenção, Frank deseja motivar os alunos para que aproveitem ao máximo cada momento. “A Fundhas é importante, gosto de trabalhar aqui. Quero participar desta iniciativa para incentivar as crianças a aproveitarem a oportunidade, pois o tempo passa rápido”, frisou.

Alessandra Marques Azevedo da Silva, 41 anos, é assistente social há nove anos na instituição e é dona de outra história exemplar. Emocionada com a surpresa desta manhã, ela não vê a hora de começar o projeto. “A Fundhas faz parte do meu caminho desde a adolescência, representa novas perspectivas ofertadas a mim. Comecei como auxiliar de orientação comunitária, fui bem acolhida, olhava e pensava: um dia quero ser intelectual como eles. Este apoio foi fundamental”, recordou.

“Sempre tive vontade de ir até as crianças e adolescentes para conversar sobre experiência e trajetória de vida. Os exemplos contagiam e agora é a oportunidade para isso, estou empolgada para começar”, destacou.

Se você foi ex-adolescente da FUNDHAS e tem interesse em participar, clique no botão abaixo para fazer seu cadastro no projeto.